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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Why Atheists Are More Intelligent than the Religious

Através de: The Scientific Fundamentalist
A Look at the Hard Truths About Human Nature

by Satoshi Kanazawa Satoshi Kanazawa is an evolutionary psychologist at LSE and the coauthor (with the late Alan S. Miller) of Why Beautiful People Have More Daughters. See full bio
 
April 11, 2010, Evolutionary Psychology


Why Atheists Are More Intelligent than the Religious

Humans are designed by evolution to believe in God

Published on April 11, 2010

It is natural to believe in God, so more intelligent individuals are more likely to be atheists.

Religion is a cultural universal, and its practice is observed in every known human society. However, as I explain in earlier posts (Why do we believe in God? Part I, Part II), recent evolutionary psychological theories suggest that religiosity may not be an adaptation in itself but may be a byproduct of other evolved psychological mechanisms variously called the “animistic bias” or the “agency-detector mechanisms.”

These theories contend that the human brain has been selected to overinfer agency – personal, animate, and intentional forces – behind otherwise natural phenomena whose exact causes cannot be known. This is because overinferring agency – and making a Type I error of false positive – makes you a bit paranoid, but being paranoid is often conducive to survival. In contrast, underinferring agency – and making a Type II error of false negative – can result in being killed and maimed by predators and enemies that were incorrectly assumed not to exist. So, evolutionarily speaking, it’s good to be a bit paranoid, because being paranoid can often save your life. Religiosity – belief in higher powers – may be a byproduct of such overinference of agency and intentional forces behind natural phenomena.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Para que as gerações futuras não esqueçam o holocausto

Irena Sendler Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.



Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.

Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer. Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças. Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim. Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para aa camaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.

No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada.
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
In MEMORIAM - 63 YEARS LATER

sexta-feira, 12 de março de 2010

Por favor, venda-se a TAP!

Os pilotos da TAP vão fazer greve nas férias da páscoa. Porque consideram baixo o seu aumento salarial (1,8?). Numa altura em que a restante função pública vai ver o aumento do seu salário congelado - e bem - e em que nos vemos a braços com uma crise, os srs. pilotos da TAP resolvem dar o golpe de misericórdia ao turismo português durante um período de férias.

Se o português médio não "anda" de avião, se a empresa não dá lucro (muito pelo contrário), valerá a pena manter a TAP por uma questão de prestígio?

Não sou a favor da alienação de empresas do estado, principalmente das que fornecem bens essenciais como água e energia (e saneamento básico no caso dos municípios), mas por favor, venda-se a TAP!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Casamento Entre Pessoas do Mesmo Sexo

Aos poucos, Portugal lá vai dando uns passos em direcção ao progresso e ao humanismo.

Foi confirmado hoje de manhã pelo secretário de estado João Tiago Silveira, que a assembleia da República vai alterar o código civil para permitir os casamentos homosexuais. Fica de fora a adopção, o que a meu ver é um disparate, mas compreendo que as mentalidades não mudem de um dia para o outro.

Não sei qual é o problema dos conservadores em "deixar" os gay casarem-se...
Não traz qualquer implicação na vida íntima da restante sociedade, mas na vida destes casais pode fazer toda a diferença. E falo em termos puramente contratuais que é o que é o casamento civil (não se pode contratualizar o amor). Um casal hetero que viva em união de facto e queira ver a sua situação alterada pode casar-se, um casal homo até agora não. E isto tem implicações muito grandes na vida das pessoas, por exemplo: se um dos membros de uma união de facto tiver um acidente e ficar gravemente ferido, quem decide sobre a sua vida serão os familiares directos, normalmente os pais, que serão também beneficiários do seguro de vida se o dito morrer.
Agora digam-me porque é que um gay não deveria poder escolher com quem partilhar a vida e estas responsabilidades, como nós todos, os restantes?

Esta decisão está muito bem, só peca por tardia.